O que McKinsey, BCG e Bain já automatizaram com IA — e o que sua empresa pode copiar
As grandes consultorias não falam muito sobre isso, mas seus fluxos internos mudaram. Um mapa do que já é automatizável em gestão.
As três grandes consultorias estratégicas investiram pesado em ferramentas internas de IA: a McKinsey com o Lilli, a BCG com fluxos integrados ao dia a dia dos consultores, a Bain com a parceria com a OpenAI. O padrão é o mesmo — automatizar pesquisa, síntese e primeira versão de entregáveis.
A boa notícia para quem lidera uma PME: a maior parte dessas automações não depende de ferramenta proprietária. Depende de processo.
Três fluxos que valem copiar
Síntese de reuniões com decisões e responsáveis extraídos automaticamente — elimina a ata manual e o 'quem ficou de fazer o quê'. Análise comparativa de fornecedores e propostas com critérios explícitos — decisões de compra documentadas em fração do tempo. Primeira versão de qualquer documento recorrente: política interna, descrição de vaga, plano de treinamento.
Em todos os casos, o princípio é o mesmo que as MBBs aplicam: a IA produz o rascunho, um humano com contexto valida e decide. Inverter essa ordem — deixar a IA decidir — é onde nascem os erros caros.
Por onde começar
Escolha um único fluxo que consome horas do time toda semana e padronize o prompt, o formato de saída e quem revisa. Rode por um mês, meça o tempo economizado e só então expanda. Automação de gestão que começa grande termina abandonada.